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 Em família. Com a ajuda da esposa, jornalista se veste de mulher.

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stefanyemian
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MensagemAssunto: Em família. Com a ajuda da esposa, jornalista se veste de mulher.   Seg 04 Dez 2017, 16:40

Em família. Com a ajuda da esposa, jornalista se veste de mulher para falar sobre preconceito de gênero




SÉRGIO MAGGIO
05/01/2016 5:30 , ATUALIZADO EM 05/01/2016 6:03



Mel é uma menininha de dois anos e três meses que adora mexer com maquiagem. Enquanto a mãe, Taci, amamenta o pequeno Dom, um bebê de quatro meses, a garotinha, cheia de razão, avisa que, ao aplicar a sombra, é preciso ter cuidado para não machucar os olhos. A felicidade se escancara quando o pai, Diego, entra na sala do apartamento com uma caixa cheia de rímel, batom, pó e base.


Mel escreveu:

A sua maquiagem vai ficar linda, papai!"


Diego, Taci, Mel e Dom formam a novíssima família brasileira, que sacudiu o pó de velhos tabus. Um deles: papai veste as roupas de papai e mamãe. O lar dos Lira Ponce de Leon é arejado. Papai pode passar batom de mamãe e sair pela cidade de peruca loira e salto alto. Com naturalidade, Mel e Dom crescem nesse ambiente livre de estigmas seculares. Muitos deles diretamente relacionados ao machismo primário. Bem-vindos ao século 21!

Guarda-roupa partilhado


É com a ajuda de Taci Lira que Diego Ponce de Leon se transforma na charmosa Carmela Veloso de Beauvoir. Quando o marido decidiu fazer um trabalho a partir do corpo feminino, a esposa não pensou duas vezes: abriu o guarda-roupa e ofereceu peças de seu figurino. Com o apoio da companheira, ele encara todos os tipos de olhares, afetos, julgamentos e desconfianças. Enquanto alguns sofrem com a estranheza de ver um homem vestido de mulher, entre os dois, na intimidade do lar, fortalecem a cumplicidade e a paixão.



Citação :

Taci

"Diego é o meu marido. É por ele que morro de tesão. Durmo, acordo, transo. Quando a Carmela surgiu, foi tudo tão natural porque ela combate causas que eu também acredito."



Carmela nasceu dentro da Universidade de Brasília (UnB), quando Diego cursava uma disciplina de performance no mestrado de artes cênicas. Como desenvolveria o tema gênero, pensou em defendê-lo no próprio corpo. Desde o primeiro minuto, Taci auxiliou-o na concepção. Foi dela a ideia de não criar falsete feminino para a voz. Assim como a concepção estética inspirada numa pensadora acadêmica. Diego não só acatou como também se sentiu forte para ficar diante das plateias.


Diego escreveu:

"Antes de entrar em sala de aula, resolvi caminhar pelo Minhocão e senti as reações das pessoas. Ali, percebi a força de Carmela."



A loucura da Rodô 


A missão cumprida em sala de aula abriu outras portas. A participação no trabalho acadêmico da atriz Bidô Galvão foi uma ignição para voos fora do âmbito universitário. Recentemente, Carmela enfrentou a loucura de gente da Rodoviária do Plano Piloto. De salto alto, chegou lá amordaçada e com uma placa: “Não recomendado à sociedade”. As pessoas acharam estranho e, aos poucos, foram convidadas a participar da performance.


Diego escreveu:

"À medida que eu trocava de placas, as reações ficavam mais explícitas. De acolhimentos a olhares hostis, Carmela provocou afetos e debate naquele cotidiano."



Laerte do Cerrado


Diego se define como um homem que se veste de mulher para intervir no cotidiano. Na UnB, há quem o chame de Laerte do Cerrado. A referência, ele admite, é explicita, mas dialoga com outras matrizes teóricas. Uma delas o pensamento de Simone Beauvoir. Sobretudo, aquele que diz que “não se nasce mulher. Torna-se mulher”.


Diego escreveu:

"Desde criança sou afetado pelas questões de gênero. Com Carmela, estou experimentando mexer com esses temas, por meio do sensível e da arte. Não vou esquecer o abraço que recebi de um taxista na Rodoviária, nem dos agradecimentos ao pé de ouvido. Isso é maior que qualquer xingamento e hostilidades. "



Diego não se veste de Carmela para ir ao mercado, ao trabalho ou ao banco. A aparição tem objetivo pontual: o de fazer o outro pensar sobre gênero a partir de seu corpo modificado por um visual que culturalmente não é masculino. Ao fazer esse caminho, não deseja que as pessoas pensem apenas sobre o que é ser homem ou mulher. Quer que elas reflitam sobre a infinidade de tipos que cabem entre o homem e a mulher. Em comum, todos seres humanos.
Assista à performance de Carmela Veloso de Beauvoir, a partir da canção “Não recomendado”, de Caio Prado, na Rodoviária do Plano Piloto.









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shevalcd
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MensagemAssunto: Re: Em família. Com a ajuda da esposa, jornalista se veste de mulher.   Ter 05 Dez 2017, 02:08

M A R A V I L H O S O

Stéfany, vou tomar a liberdade de publicar no Universo CrossDress, no Facebook.

Beijos

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Sheila Valentim
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stefanyemian
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MensagemAssunto: Re: Em família. Com a ajuda da esposa, jornalista se veste de mulher.   Ter 05 Dez 2017, 09:31

cheers cheers cheers

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MensagemAssunto: Re: Em família. Com a ajuda da esposa, jornalista se veste de mulher.   

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Em família. Com a ajuda da esposa, jornalista se veste de mulher.
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