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 Femininas às escondidas!

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stefanyemian
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MensagemAssunto: Femininas às escondidas!    Qui 08 Set 2016, 15:31

Femininas às escondidas, crossdressers relatam medos e prazeres de vida dupla
Homens que se vestem como mulheres na intimidade chegam a relatar diferenças de suas personalidades femininas em relação às masculinas do dia a dia, mas preferem viver no anonimato por temerem a incompreensão e o preconceito da sociedade

Por Leonardo Fuhrmann
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Um corpo dividido entre duas personalidades diferentes, uma masculina e outra feminina, é a forma que Cléo usa para explicar a sua coexistência com sua personalidade masculina. A diferenciação, para ela, começa ao atender a ligação no celular. Sai a voz notadamente de um homem que atendeu a chamada e volta outra bem mais identificável como de uma mulher. Cléo, cujo nome foi dado por conta de uma fantasia de Cleópatra, existe há pouco mais de um ano e surgiu quando um parceiro sexual sugeriu que vestisse uma calcinha e meia-calça durante o sexo. Segundo ela, essa personalidade foi se desenvolvendo assim como os figurinos e as montagens (maneira como elas tratam o ato de se vestir de mulher). “Em dado momento, me surpreendi com meus gostos femininos, não só na hora de escolher as roupas, mas nas minhas preferências também. Como Cléo, gosto de homens gordinhos, por exemplo, que é algo que não me atrai normalmente. Outra novidade foi quando percebi que, além do sexo, eu sentia a necessidade de receber carinho também quando estou como mulher”, conta.

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Cléo: “Meu namorado não faz ideia que tenho outros parceiros e me visto de mulher para eles”

Apesar de sua preferência sexual por homens ser comum às duas personalidades, Cléo mantém segredo sobre a existência desse lado feminino. Ela tem um blog na internet e um perfil nas redes sociais dedicado a contar suas experiências e também a buscar parceiros. “Geralmente, tenho em torno de duas horas para me vestir como mulher, manter esse encontro, que tem finalidade sexual, e depois retirar todos os vestígios de feminilidade do meu corpo”, explica. Como homem, mantém uma relação estável com outro rapaz há quatro anos. “Meu namorado não sabe que tenho outros relacionamentos, tampouco que me visto como mulher para eles. Em casa, eu sou o homem, apenas ativo, e talvez tenha surgido daí essa minha necessidade de extravasar”, conta.

Cléo conta que não tem vontade de contar a esse namorado sobre sua vida dupla nem de terminar o relacionamento por conta disso. “Se algum dia terminarmos, vou querer alguém que conheça e aceite esses meus dois lados”, afirma. Apesar de gostar de sua existência feminina, garante que não tem intenção de abandonar a existência como homem. Ela convive com outras crossdressers em redes sociais, principalmente em grupos fechados onde trocam informações sobre roupas femininas e vivências sexuais. Baseada nessa experiência, ela explica que é apenas um exemplo de uma grande diversidade existente no grupo. “Existem as que são homo, hétero e bissexuais. Algumas são casadas com mulheres e as parceiras sabem, outras vivem uma vida dupla. Eu gosto de ficar bem feminina como Cléo, outras têm prazer em ter um corpo masculino com roupas femininas, inclusive com barba e pelos no corpo”, exemplifica. Segundo outra crossdresser entrevistada, pessoas heterossexuais e as casadas geralmente tendem a ser mais reservadas.
A divisão entre as personalidades masculina e feminina é ainda maior para Nicole. “Eu me considero bissexual. Quando estou como homem, tenho interesse por mulheres, já tive namoradas, mas elas nunca souberam desse meu outro lado. Montada, eu prefiro homens, mas nunca tive nada mais duradouro. Cheguei a me relacionar um tempo com um casal, tinha um lado de dominação e eles chegaram a me levar para algumas festas em que eu ia vestida como Nicole”, explica. Nicole é crossdresser há mais de 10 anos, mas, com exceção dessas situações, ainda não se vestiu como mulher em público. “Tirando essas ocasiões, nunca tive coragem de sair na rua com roupas femininas. Tenho medo de ser reconhecida e de criar constrangimentos à minha carreira. O trabalho é muito importante na minha vida. A sociedade tem dificuldade de assimilar as transexuais, não estou disposta a isso. Acho que o preconceito segura bastante”, relata.

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Nicole: Quando estou como homem, tenho interesse por mulheres. Montada, eu prefiro homens

Ela conta, no entanto que não sabe se viveria tempo integral como mulher mesmo se não sentisse esse constrangimento. “Passo horas no processo de me feminizar. Digo que me visto assim sempre que tenho oportunidade. Não sou das que se satisfazem pondo uma calcinha por baixo da roupa para ir trabalhar. Não me monto só para me relacionar com homens, gosto de me ver como uma mulher, geralmente, me visto para homens que querem me ver assim e deixo rolar”, diz. Nicole recorda que começou a usar escondida as roupas da mãe e da irmã quando morava na casa dos meus pais. “Lembro que cheguei a comprar algumas roupas femininas em sites da internet. Quando vim para São Paulo, em 2009, fiquei mais livre, morava numa república, mas já tinha as minhas roupas femininas, que mantinha trancadas. Chegava a alugar um quarto em hotéis para passar o fim de semana todo vestida de Nicole”, diz. O auge, no entanto, foi quando passou a dividir o apartamento no qual mora atualmente com outra crossdresser. “Ela era casada e a mulher não sabia desse segredo. Apenas guardava as roupas dela aqui, enquanto eu morava aqui sozinha. Eu tinha um perfil no Orkut, onde colocava as minhas fotos femininas. Os elogios que recebia sempre foram importantes para investir em uma montagem cada vez melhor, aprender a usar maquiagem, comprar saltos, perucas etc.”, conta.

Estudante universitária, Gabi conta que é assumidamente um rapaz homossexual, mas mantém segredo sobre o fato de ser crossdresser. Tem 19 anos e começou a se vestir como mulher faz um ano. Como mora com a família, as roupas ficam escondidas em seu quarto e ela não costuma sair em público como Gabi. Com o corpo depilado e longos cabelos encaracolados, ela conta que costuma marcar encontros pela internet, com homens que frequentam sua página em perfis sociais.

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Gabi: Ser crossdresser desperta a atenção de homens que normalmente não se sentiriam atraídos por um garoto gay

De vez em quando, se exibe também para eles. “Ser crossdresser desperta a atenção de homens que normalmente não se sentiriam atraídos por um garoto gay. E sinto que sou tratada também com mais carinho quando estou assim”, diz. Gabi conta que costuma se vestir basicamente com finalidade sexual. A primeira vez, segundo narra, foi como uma brincadeira. “Ouvia dizer que eu parecia uma garota e resolvi me vestir de mulher de curiosidade, para saber como ficava”, diz ela, que admite que não assume publicamente que é crossdresser por medo do preconceito das pessoas.

Experiência pré-transexual
Apesar de ter uma vivência de se vestir de mulher apenas em lugares reservados, Carla diz que não se considera uma crossdresser. “Eu me considero uma transexual que ainda não pode viver do jeito que gostaria. Tenho um pouco de vergonha e medo de que as pessoas não me entendam. Principalmente a minha família, acho que a gente sempre depende desse apoio”, explica. Atualmente, se veste diariamente como Carla. “Quando chego do trabalho, fico à vontade. Faço maquiagem, coloco uma peruca e escolho as roupas que tenho vontade de usar, uma minissaia e uma blusa. Espero viver algum dia isso em toda sua plenitude, mas não sei se estou preparada. As pessoas mais próximas sabem do meu desejo sexual por homens, mas não comento sobre a questão de gênero. Acho que o meu maior receio é ser marginalizada, não sei como serei vista no meu ambiente de trabalho. Não quero jogar fora meus estudos, minha carreira”, afirma.

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Carla: “Acho que o meu maior receio é ser marginalizada, não sei como serei vista no meu ambiente de trabalho”

Ela conta que começou a se vestir como Carla há cerca de dez anos, incentivada por um parceiro. “Ele me deu um fio dental. Lembro que fiquei com vontade de vestir na hora, mas fiquei sem graça de admitir. Existe um processo de aceitação. Foi importante ele ter tomado a iniciativa de propor”, recorda, destacando que hoje se considera alguém que espera iniciar esse processo de feminização. “Mas não é algo simples. Cheguei a ir algumas vezes de biquíni para a praia. Escolhi uma mais afastada, com poucas pessoas, e fui sozinha. Fui com uma bermuda e, quando vi que estava em segurança, tirei e fiquei tomando sol.”

Monique também vive uma fase intermediária entre ser crossdresser e se assumir como transexual e viver integralmente como mulher. Aos 27 anos, ela faz uso de hormônios para feminilizar o corpo, o que já destaca os seus seios quando está em roupas femininas, mas ainda mantém o seu trabalho como homem. No cotidiano, usa técnicas para ressaltar a feminilidade quando está como Monique e para disfarçá-la quando está “de sapo” (expressão usada pelas crossdressers para identificar o momento em que usam roupas masculinas). Para ela, a vida como crossdresser acaba sendo um estágio para muitas pessoas perceberem se são transexuais ou não.

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Monique passou as férias em trajes femininos, pela primeira vez, na cidade onde vivem os pais

Como Monique, começou a frequentar festas LGBTs e cada vez mais vive como mulher no dia a dia. “Nas férias, fui para a cidade dos meus pais. Foi a primeira vez que fiquei montada lá. Eles já sabiam que eu me vestia de mulher, mas acham que é melhor que eu não assuma isso integralmente. Acho que vão aceitar com o tempo, no começo foi difícil inclusive para eles entenderem o meu gosto por rapazes”, conta.

Sallie explica que, para ela, se vestir de mulher começou quase como uma brincadeira. “Uns amigos diziam que eu iria ficar legal e resolvi experimentar. Acho que é mais fácil para quem é homossexual experimentar essas coisas, porque já tem uma atração pela feminilidade”, comenta.
Ela conta que, a partir daí, houve grandes mudanças em sua vida. “Depois que comecei, ficou difícil parar. Hoje, compro muito mais roupas femininas do que masculinas. É como estar casado comigo mesmo”, brinca.

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Sallie: “Depois que comecei, ficou difícil parar. Hoje, compro muito mais roupas femininas do que masculinas”

Sallie conta que não vê se vestir de mulher como uma mera fantasia. “Para mim, revelou uma essência que sempre tive”, acredita. Ela acredita que está em meio a um processo transexual, no qual não alcançou ainda o ponto de se assumir completamente, no entanto, já frequenta lugares fechados como mulher e é assumida perante amigos e familiares.

Feminização controlada
Bruna também faz uso de hormônios femininos, mas garante que não pensa em levar o processo de feminização mais adiante. “Uso para ser uma crossdresser mais ‘top’, como os homens costumam falar”, diz ela, que interrompe o uso dos hormônios femininos por dois meses quando percebe que as mudanças em seu corpo estão muito acentuadas. Bruna afirma ter começado o uso desses produtos tarde, aos 23 anos, mas destaca os resultados rápidos. “O contorno do rosto e da cintura mudam, a pele fica mais fina, por isso, vou administrando com cuidado para não despertar muita atenção, mas os seios estão fazendo sucesso”, comenta. Ela diz que as interrupções são importantes também para que ela não perca a ereção. “Gozar é muito bom”, diz.

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Bruna interrompe o tratamento com hormônios femininos quando nota que as mudanças em seu corpo estão muito acentuadas

Hoje, aos 25 anos, Bruna conta que começou a se vestir constantemente de mulher aos 20 anos, por causa de um namorado. “Era muito legal porque ele investia em mim. Comprava lingeries lindas para eu esperá-lo chegar do trabalho”, recorda. Ela garante que tem amigos que já a viram vestida de mulher e garantem que seriam incapazes de reconhecê-la. Ela trata como indescritível o prazer que sente ao se vestir como mulher e diz que lhe agrada também receber elogios dos homens. Nos relacionamentos, especialmente como crossdresser, costuma sair principalmente com homens que são exclusivamente ativos, muitos deles casados.

Atualmente, parentes e amigos mais próximos sabem que ela é crossdresser e Bruna também não tem constrangimento de publicar fotos de rosto na internet. Ela fica de salto alto, fio dental e outras roupas femininas quando está sozinha, inclusive peças íntimas para dormir e, apesar de se vestir como mulher basicamente em ambientes privados, já fez algumas experiências públicas. “Uma vez fui para academia com um short de mais ou menos um palmo, uma regatinha e uma calcinha minúscula. Um amigo meu percebeu, mas não fiquei com vergonha, ele até gostou. Também já viajei para outros estados vestindo calcinha por baixo da calça jeans. É algo que me excita”, revela.
Bruna afirma que as crossdressers costumam ser alvo de preconceito de travestis e transexuais. “Somos muitas vezes motivo de piadas por parte delas. Elas são muito mais vítimas de violência do que nós, podiam ser um pouco mais tolerantes conosco”, diz.



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Última edição por Sttefanne Camp em Sab 17 Set 2016, 18:29, editado 1 vez(es) (Razão : Acerto formatação.)
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shevalcd
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Qui 08 Set 2016, 17:34

A investigativa Stéfany 
Sempre encontrando matérias interessantes para nós. 

Adoro.

Beijo

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Sheila Valentim
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SarahHelen
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Sex 09 Set 2016, 18:44

Muito interessante, mas uma coisa que me intriga é essa coisa de dupla personalidade. Antes de mais nada, preciso dizer que meu depoimento aqui é bem pessoal e não quero ditar como cada uma se sente, por favor. Euzinha sou sempre a mesma, de menina ou de menino. Para mim, estar masculino é como estar de terno em uma reunião: você se comporta de maneira contida e discreta, mas não deixa de ser quem é. Quando estou de menina, solto a franga, mas ainda sou o mesmo "cara". Sei lá, acho que ser CD para mim é tão parte de quem sou que não faz sentido ter outra personalidade. Eu sou sempre a Sarah, independente da roupa.
E isso não quer dizer que eu seja afeminado no dia-a-dia. Muito pelo contrário. Sou hétero, casado e com filhos e sou o homem da casa, apesar de minha parceira saber, apoiar e adorar transar comigo montada. É uma delícia.
Beijos!
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juh.cdzinha
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Sab 10 Set 2016, 00:31

SarahHelen escreveu:
Muito interessante, mas uma coisa que me intriga é essa coisa de dupla personalidade. Antes de mais nada, preciso dizer que meu depoimento aqui é bem pessoal e não quero ditar como cada uma se sente, por favor. Euzinha sou sempre a mesma, de menina ou de menino. Para mim, estar masculino é como estar de terno em uma reunião: você se comporta de maneira contida e discreta, mas não deixa de ser quem é. Quando estou de menina, solto a franga, mas ainda sou o mesmo "cara". Sei lá, acho que ser CD para mim é tão parte de quem sou que não faz sentido ter outra personalidade. Eu sou sempre a Sarah, independente da roupa.
E isso não quer dizer que eu seja afeminado no dia-a-dia. Muito pelo contrário. Sou hétero, casado e com filhos e sou o homem da casa, apesar de minha parceira saber, apoiar e adorar transar comigo montada. É uma delícia.
Beijos!


Sara meu caso foi como o seu inicialmente, me achava hetero. Sou casado tenho 1 filho. Mas a vontade e o incentivo foi tão grande que acabei provando o outro lado, não achei ruim achei diferente, estar bem feminina e satisfazer o outro sexo no caso o mesmo é bem diferente, como cdzinha me senti realizada. A esposa feliz porque eu consegui isso, acho que ela gostou mais do que eu mesma.
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SarahHelen
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Seg 12 Set 2016, 09:49

juh.cdzinha escreveu:
Sara meu caso foi como o seu inicialmente, me achava hetero. Sou casado tenho 1 filho. Mas a vontade e o incentivo foi tão grande que acabei provando o outro lado, não achei ruim achei diferente, estar bem feminina e satisfazer o outro sexo no caso o mesmo é bem diferente, como cdzinha me senti realizada. A esposa feliz porque eu consegui isso, acho que ela gostou mais do que eu mesma.
Que delícia que vocês curtiram isso juntas! Parabéns!
Não me vejo vivendo isso ainda, mas, como posso dizer, estou cada vez mais aberta a possibilidades...
O importante é vivermos essa nossa identidade na totalidade e gozar bastante.
Beijo, amiga!
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stefanyemian
CD Master
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Ter 13 Set 2016, 09:01

No caso das casadas e que a companheira sabe e acompanha, o importante é saber o limite dela. Muitas das vezes nós queremos algo novo, mas pra ela é um salto muito grande. Precisamos tomar cuidado com isso, mas se ao mesmo tempo acontece naturalmente, como foi (acho né) o caso da Jú, fica melhor ainda o relacionamento, o crossdresser em si e até mesmo a confiança do casal...

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Mariza Enrique
CD de Armário
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Qua 09 Nov 2016, 02:44

SarahHelen escreveu:
Muito interessante, mas uma coisa que me intriga é essa coisa de dupla personalidade. Antes de mais nada, preciso dizer que meu depoimento aqui é bem pessoal e não quero ditar como cada uma se sente, por favor. Euzinha sou sempre a mesma, de menina ou de menino. Para mim, estar masculino é como estar de terno em uma reunião: você se comporta de maneira contida e discreta, mas não deixa de ser quem é. Quando estou de menina, solto a franga, mas ainda sou o mesmo "cara". Sei lá, acho que ser CD para mim é tão parte de quem sou que não faz sentido ter outra personalidade. Eu sou sempre a Sarah, independente da roupa.
E isso não quer dizer que eu seja afeminado no dia-a-dia. Muito pelo contrário. Sou hétero, casado e com filhos e sou o homem da casa, apesar de minha parceira saber, apoiar e adorar transar comigo montada. É uma delícia.
Beijos!
Pra mim ja foi diferente, nunca me senti bem com a dualidade, com o lado feminino escondido. Me isolava cada vez mais para poder me montar. Hoje vejo que o então lado masculino era mais uma camuflagem e o então lado feminino uma parte de mim que saia de vez em quando. Hoje me vejo como o todo, mas bem diferente da soma dos lados. vejo que sou eu no comando e não algum modo automático de camuflagem.
Parece meio estranho e mais estranho ainda é que ando usando matematica e ciencias da computação para estudar a mente e o resultado esta muito bom ate agora.

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Antes eu me montava quando chegava em casa e desmontava quando saía. Agora inverteu! [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]
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juh.cdzinha
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Qua 09 Nov 2016, 11:19

Mariza Enrique escreveu:
SarahHelen escreveu:
Muito interessante, mas uma coisa que me intriga é essa coisa de dupla personalidade. Antes de mais nada, preciso dizer que meu depoimento aqui é bem pessoal e não quero ditar como cada uma se sente, por favor. Euzinha sou sempre a mesma, de menina ou de menino. Para mim, estar masculino é como estar de terno em uma reunião: você se comporta de maneira contida e discreta, mas não deixa de ser quem é. Quando estou de menina, solto a franga, mas ainda sou o mesmo "cara". Sei lá, acho que ser CD para mim é tão parte de quem sou que não faz sentido ter outra personalidade. Eu sou sempre a Sarah, independente da roupa.
E isso não quer dizer que eu seja afeminado no dia-a-dia. Muito pelo contrário. Sou hétero, casado e com filhos e sou o homem da casa, apesar de minha parceira saber, apoiar e adorar transar comigo montada. É uma delícia.
Beijos!
Pra mim ja foi diferente, nunca me senti bem com a dualidade, com o lado feminino escondido. Me isolava cada vez mais para poder me montar. Hoje vejo que o então lado masculino era mais uma camuflagem e o então lado feminino uma parte de mim que saia de vez em quando. Hoje me vejo como o todo, mas bem diferente da soma dos lados. vejo que sou eu no comando e não algum modo automático de camuflagem.
Parece meio estranho e mais estranho ainda é que ando usando matematica e ciencias da computação para estudar a mente e o resultado esta muito bom ate agora.




O dificil e ficar no meio do muro. Por um lado tenho o lado masculino, por outro tem o outro lado que quero provar, sentir, experimentar. Fica essa disputa de dupla personalidade. Minha esposa ja transou e ainda transa comigo montada etc... Mas ultimamente ela sempre comenta e eu acabo acatando uma afirmação dela. Quanto estou montada ela me diz que tenho que me comportar que nem mulher. Já afirmei aqui que acabo me considerando Bi, mas nao gosto de levantar essa bandeira porque da a entender que outras crossdresser são bi ou homo e isso não é verdade. Alem disso tenho meu lado CUCKOLD.
Então tem vezes que estou montada se minha esposa chega depois de mim ou se eu me monto de noite, as vezes no dia seguinte ela sair pra *namorar com um pega dela, e ainda me provoca. "Mulher acho que voce precisa de uma namoradinho também...." Ela me da um beijo e um abraço e fala pra cuidar da casa, e sai. Eu adoro isso.
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SarahHelen
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Qua 09 Nov 2016, 16:18

Mariza Enrique escreveu:
SarahHelen escreveu:
Muito interessante, mas uma coisa que me intriga é essa coisa de dupla personalidade. Antes de mais nada, preciso dizer que meu depoimento aqui é bem pessoal e não quero ditar como cada uma se sente, por favor. Euzinha sou sempre a mesma, de menina ou de menino. Para mim, estar masculino é como estar de terno em uma reunião: você se comporta de maneira contida e discreta, mas não deixa de ser quem é. Quando estou de menina, solto a franga, mas ainda sou o mesmo "cara". Sei lá, acho que ser CD para mim é tão parte de quem sou que não faz sentido ter outra personalidade. Eu sou sempre a Sarah, independente da roupa.
E isso não quer dizer que eu seja afeminado no dia-a-dia. Muito pelo contrário. Sou hétero, casado e com filhos e sou o homem da casa, apesar de minha parceira saber, apoiar e adorar transar comigo montada. É uma delícia.
Beijos!
Pra mim ja foi diferente, nunca me senti bem com a dualidade, com o lado feminino escondido. Me isolava cada vez mais para poder me montar. Hoje vejo que o então lado masculino era mais uma camuflagem e o então lado feminino uma parte de mim que saia de vez em quando. Hoje me vejo como o todo, mas bem diferente da soma dos lados. vejo que sou eu no comando e não algum modo automático de camuflagem.
Parece meio estranho e mais estranho ainda é que ando usando matematica e ciencias da computação para estudar a mente e o resultado esta muito bom ate agora.


Eu entendo totalmente e também não gosto dessa coisa de fazer escondido também. Muitas vezes penso como seria bom sair de menina na rua quando desse na telha... Um sonho que não acho que realizarei, infelizmente!
Aliás, parabéns pela coragem e ousadia!
Entretanto, no meu caso acho que nunca deixaria de me vestir como homem também. Acho ter que "assumir um lado" um saco. Por que não posso escolher livremente? Entendo que cada um é cada um e temos que respeitar a subjetividade, mas acho que se deixássemos de definir roupas e comportamento "de mulher" e "de homem", muitas de nós seriam plenas e estariam em paz com seu corpo.
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SarahHelen
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Qua 09 Nov 2016, 16:22

juh.cdzinha escreveu:

O dificil e ficar no meio do muro. Por um lado tenho o lado masculino, por outro tem o outro lado que quero provar, sentir, experimentar. Fica essa disputa de dupla personalidade. Minha esposa ja transou e ainda transa comigo montada etc... Mas ultimamente ela sempre comenta e eu acabo acatando uma afirmação dela. Quanto estou montada ela me diz que tenho que me comportar que nem mulher. Já afirmei aqui que acabo me considerando Bi, mas nao gosto de levantar essa bandeira porque da a entender que outras crossdresser são bi ou homo e isso não é verdade. Alem disso tenho meu lado CUCKOLD.
Então tem vezes que estou montada se minha esposa chega depois de mim ou se eu me monto de noite, as vezes no dia seguinte ela sair pra *namorar com um pega dela, e ainda me provoca. "Mulher acho que voce precisa de uma namoradinho também...." Ela me da um beijo e um abraço e fala pra cuidar da casa, e sai. Eu adoro isso.

Eu acho legal ter esses dois lados. É muito bom explorar essa dualidade. Ser quem quiser... O problema é o preconceito... Sobre sua mulher, o importante é que vocês duas encontraram uma forma de ser felizes juntas e é isso que importa. 
Espero que não se ofenda, mas você é uma safada! #ProntoFalei
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Stephanie
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Qui 10 Nov 2016, 00:11

Olá amigas, bom, eu só de usar um salto já me dá um prazer enorme, imagina eu toda montada, é uma sensação fantástica. Mas minha família em sua maioria vem de formação religiosa e não sei se eles me aceitariam se soubessem que eu AMO me vestir de mulher, que isso me faz feliz, que isso me completa e a outra parte da minha família acho que não me aceita por puro preconceito, embora tenha minha prima e minha irmã que me aceitam exatamente como sou.

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Beijinhos, Stephanie!!!  [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] [Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.] 
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SarahHelen
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Qui 10 Nov 2016, 07:31

Oi Regininha,
Acho muito difícil a família aceitar mesmo. Eu nem considero essa possibilidade. Infelizmente a solução para a maioria de nós é a solidão, mas a liberdade compensa!
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Stephanie
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Qui 10 Nov 2016, 20:15

Sabe Sarah, agora estou afastado do emprego e por isso não estou recebendo, sendo assim não estou podendo no momento comprar minhas roupas femininas, mas assim que eu voltar a receber, vou comprar minhas roupas de mulher e vou me montar as escondidas mesmo ou viajar até a casa da minha prima para me montar... Acho que essa é a solução...

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Mariza Enrique
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Sex 11 Nov 2016, 01:47

Stephanie escreveu:
 Acho que essa é a solução...
A unica solução que eu vejo e falo para todos começa com estudo, tenha sua renda sua profissão so assim é possivel conquistar a independencia dos pais, se quiser se assumir como algo diferente do padrão ai o lance é estudar mais ainda, ser o melhor, se esforçar mais que os outros. É injusto, mas é assim que funciona. 

Quanto a familia algumas aceitam outras fingem que aceitam e as mais antigas rompem. qualquer coisa diferente de entender e te ver por dentro não serve muito, de qualquer forma a primeira questão é: Como voce quer viver sua vida. E essa pergunta não depende de ninguem alem de voce. Pra mim pesou muito a vida que um excelente professor da faculdade que era homosexual e não se declarou, vivia as escondidas, era tão desanimado que nem tinha higiene direito, mas era uma pessoa maravilhosa, e integra. Não merecia ter vivido assim.

Eu me revelei no meio do ano, aos poucos vou adicionando peças femininas no visual, agora ja esta no meio a meio e os seios ja estão bem salientes. É divertido ver a cara dos clientes procurando um engenheiro para consertar o equipamento da industria dele. Olhando de fora parece pesado, mas nem é tanto assim. Mas como falei requer estudo.

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Stephanie
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Sex 11 Nov 2016, 13:51

Oi Mariza, tudo bem? Concordo inteiramente com o que você disse, mas eu já tenho um emprego. O problema é que estive muito doente recentemente, com uma inflamação no coração e precisei ficar um mês internado e como passou o prazo de 15 dias para eu continuar a receber pela empresa, precisei marcar uma perícia no INSS para ver se poderei voltar a descarregar caminhões que é o meu trabalho, mas essa perícia está marcada só para o dia 02/03/2017 e até lá vou ficar sem receber, mas quando esse período terminar, receberei os atrasados e aí sim, poderei viver como sempre quis. Beijinhos amiga!!!

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Sttefanne Camp
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Seg 14 Nov 2016, 08:38

Mariza Enrique escreveu:
Stephanie escreveu:
 Acho que essa é a solução...
A unica solução que eu vejo e falo para todos começa com estudo, tenha sua renda sua profissão so assim é possivel conquistar a independencia dos pais, se quiser se assumir como algo diferente do padrão ai o lance é estudar mais ainda, ser o melhor, se esforçar mais que os outros. É injusto, mas é assim que funciona. 

Quanto a familia algumas aceitam outras fingem que aceitam e as mais antigas rompem. qualquer coisa diferente de entender e te ver por dentro não serve muito, de qualquer forma a primeira questão é: Como voce quer viver sua vida. E essa pergunta não depende de ninguem alem de voce. Pra mim pesou muito a vida que um excelente professor da faculdade que era homosexual e não se declarou, vivia as escondidas, era tão desanimado que nem tinha higiene direito, mas era uma pessoa maravilhosa, e integra. Não merecia ter vivido assim.

Eu me revelei no meio do ano, aos poucos vou adicionando peças femininas no visual, agora ja esta no meio a meio e os seios ja estão bem salientes. É divertido ver a cara dos clientes procurando um engenheiro para consertar o equipamento da industria dele. Olhando de fora parece pesado, mas nem é tanto assim. Mas como falei requer estudo.

Resumiu bem Mariza Very Happy ... das que vivem "em liberdade", praticamente seguiram esse caminho Smile ...

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Beijos
Sttefanne
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juh.cdzinha
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Seg 14 Nov 2016, 11:40

SarahHelen escreveu:
Oi Regininha,
Acho muito difícil a família aceitar mesmo. Eu nem considero essa possibilidade. Infelizmente a solução para a maioria de nós é a solidão, mas a liberdade compensa!


Sarah, antes da minha atual esposa. Tive uma namorada que aceitava o cding. Ela se empolgava tanto que queria que eu ficasse quase que 24 horas como menina, ate eu me assustava por estar indo muito rapida. Me passava batom, pedia pra deixar o cabelo crescer, me dava brilo labial. Roupas usava varias. tinha dificuldade em fazer tucking, mas ela falava pra tentar esconder o maximo ou cobrir..... Eu acho que se voce se abrir de verdade e explicar ela aceitaria. Cuidado ao divulgar pra ela porque tem muitos sites por ai, que varias se passa de crossdresser mas a maioria vive uma vida promiscua e são homosexual. O que não é se caso. Veja nosso grupo tem varias casadas.
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SarahHelen
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Seg 14 Nov 2016, 12:18

juh.cdzinha escreveu:
SarahHelen escreveu:
Oi Regininha,
Acho muito difícil a família aceitar mesmo. Eu nem considero essa possibilidade. Infelizmente a solução para a maioria de nós é a solidão, mas a liberdade compensa!


Sarah, antes da minha atual esposa. Tive uma namorada que aceitava o cding. Ela se empolgava tanto que queria que eu ficasse quase que 24 horas como menina, ate eu me assustava por estar indo muito rapida. Me passava batom, pedia pra deixar o cabelo crescer, me dava brilo labial. Roupas usava varias. tinha dificuldade em fazer tucking, mas ela falava pra tentar esconder o maximo ou cobrir..... Eu acho que se voce se abrir de verdade e explicar ela aceitaria. Cuidado ao divulgar pra ela porque tem muitos sites por ai, que varias se passa de crossdresser mas a maioria vive uma vida promiscua e são homosexual. O que não é se caso. Veja nosso grupo tem varias casadas.
Quis dizer a família no sentido de pai, mãe, tios... Minha esposa sabe, mas tem sentimentos confusos quanto ao CDing. Por um lado se excita e curte, mas depois bate a insegurança e questionamentos... De qualquer forma, eu prefiro jogar com a verdade do que esconder, mas entendo que isso requer independência porque poucas pessoas entendem e, se pensar bem, elas não sou obrigadas a entender ou ajudar mesmo. Quando o fazem é motivo para valorizarmos essa pessoa.
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Stephanie
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Seg 14 Nov 2016, 18:14

Oi garotas, quando disse sobre minha situação em relação à família não me aceitar do jeito que sou, estava me referindo à uma situação em especial, isso porque a casa onde moro, mesmo que seja com meus familiares, é casa própria que minha finada avó mandou construir quando eu era criança para que um dia nós a herdássemos, então não faz sentido eu morar de aluguel. Eu tenho emprego, mas como adoeci recentemente e passou mais de 15 dias de afastamento, terei que aguardar até o dia 02/03/2017 para fazer uma perícia no INSS para poder ver se eu posso voltar a exercer minha profissão. Até lá ficarei sem renda, mas assim que eu receber meus atrasados, com certeza muitas coisas irão mudar, não deixarei de ser feliz em minha própria casa, nem em lugar nenhum... Beijinhos para todas!

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Mariza Enrique
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Ter 15 Nov 2016, 23:43

Então aproveite essa situação para estudar [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.],para se preparar e ter condições melhores de enfrentar o futuro. Se esta bom agora estude mais, alias estude o quanto for possivel, não falo se matar mas sim criar o habito de estudar sempre. 
Pelo menos é o que eu penso, me formei em engenharia ha 10 anos e de la pra ca passei a estudar cada vez mais, não me sobrecarrego mas tambem sempre estou estudando algo. Isso ajuda a ter condições para enfrentar qualquer tipo de situação e cenário. Sem falar que aprender sobre as coisas é maravilhoso.

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Stephanie
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Qua 16 Nov 2016, 14:47

Muito obrigada pela dica Mariza Henrique, irei procurar estudar algo e aproveitarei que adoro ler, tenho este hábito e é muito bacana!

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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Qua 16 Nov 2016, 15:34

Gostaria de acrescentar que a idéia do estudo é muito boa, realmente sempre é muito bom adquirir novos conhecimentos, mas no meu caso fico confusa, isso porque sempre sonhei em trabalhar com transportes, principalmente pilotando aviões ou dirigindo ônibus ou dirigindo carretas ou sendo condutor de trens de carga, e essas profissões não são ensinadas em faculdades. Isso não seria problema se eu não tivesse epilepsia, o que me impede legalmente de exercer essas funções... E não consigo me ver fazendo outra coisa que não seja com transportes... Hoje eu tenho um emprego, mas não sou feliz, não gosto do que faço... Desculpem o desabafo garotas...

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Mariza Enrique
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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Qua 16 Nov 2016, 18:51

Não precisa se desculpar, o objetivo do forum é justamente esse, trocar desabafos, historia e problemas e assim todo mundo se ajuda.
Realmente epilepsia e volante não combinam, mas voce pode atuar nesse setor. Um dos maiores desafios computacionais é a organização de rotas. O setor de logistica está em alta tambem. São areas que carecem de bons profissionais, daqueles que amam a profissão. E ja que voce não pode dirigir, porque não gerenciar uma frota? Garanto que essa sua paixão pelo setor de transportes vai fazer a diferença.

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MensagemAssunto: Re: Femininas às escondidas!    Qui 17 Nov 2016, 00:39

Oi Mariza, tudo bem? Você tem toda razão, eu posso fazer algo na área que eu gosto, aliás, eu hoje trabalho justamente com logística, fico no aeroporto de congonhas esperando os caminhões chegarem para eu e a equipe descarregarmos e despachá-las para outros estados. Se bem que o que me afastou do trabalho foi uma miocardite aguda, uma infecção no coração, e não podia pegar peso, nem caminhada eu podia fazer, mas felizmente isso tem cura e já estou bem melhor. Tenho medo de que depois que eu voltar à atividade normal a empresa me demita. Mas se acontecer, mandarei meus currículos para empresas de ônibus ou outras transportadoras... Obrigada pelas dicas amiga, fica com Deus e beijinhos...

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